A Importância das Atuais Eleições no Instituto Federal de Goiás

As entidades de base do SINASEFE em âmbito nacional têm historicamente contribuído com o debate político democrático nas instituições que compõem a Rede Federal. Na atual conjuntura, marcada por aspectos como aprofundamento de políticas de austeridade fiscal, reforma administrativa e avanço de forças autoritárias no país, esse debate se faz fundamental, pois tal conjuntura ameaça … Ler mais…

Manifesto das Seções Sindicais do SINASEFE sobre Ampliação do Processo de Debate Democrático no Processo Eleitoral do IFG, Quadriênio 2025-2029.

Caras conselheiras e conselheiros do Consup do IFG, Iniciamos esta manifestação evocando as palavras de Paulo Freire na obra Pedagogia do Oprimido: “Falar, por exemplo, em democracia e silenciar o povo é uma farsa”. Esta citação ressoa profundamente com a trajetória histórica de nossa instituição. Desde os tempos da Escola Técnica Federal de Goiás (ETFG), … Ler mais…

Nota Pública sobre o trabalho para assegurar os avanços da greve

Como trabalhadoras(es), sabemos que a greve é um direito e parte da luta histórica por condições dignas de trabalho. E às entidades sindicais de servidoras(es) públicas(os) cabe tanto sua construção como recurso último de negociação com o governo quanto a responsabilidade de acompanhar o efetivo cumprimento dos acordos possíveis para por fim às greves. Nesse … Ler mais…

A ATUAL CONJUNTURA BRASILEIRA

Mediações entre regressismos em curso no tempo presente, tendências próximas mais adversas e caminhos para a conquista da iniciativa política pelos trabalhadores As eleições de 2022 representaram a abertura de um novo ciclo conjuntural, na medida em que as frações da classe dominante necessitavam consolidar e institucionalizar a agenda do Golpe de Estado “soft” de … Ler mais…

Por que o Primeiro de Maio tem que ser Classista e de Luta?

Primeiramente, o Primeiro de Maio tem que ser momento de rememorar as/os lutadoras/es e as grandes batalhas que a classe trabalhadora, a classe-que-vive-do-trabalho[1], travou/trava contra as formas assumidas pelo sistema do capital (capitalistas/burgueses gerenciais, Estado burguês e trabalho hierárquico alienado). Também tem que se constituir em espaço de afirmação e construção de formas de organização … Ler mais…

Conjuntura econômico-política, impactos na Educação Pública Federal e tarefas para os trabalhadores da educação

📢 Nesta terça-feira, 11 de maio, o o Sintef-GO irá realizar uma transmissão ao vivo com o tema “Conjuntura econômico-política, impactos na Educação Pública Federal e tarefas para os trabalhadores da educação”. 🗣️ Os convidados são a Mad’Ana Desiree, professora aposentada do IFG, Manoel Porto, da Coordenação Nacional do SINASEFE e William Carvalho, ex-coordenador geral … Ler mais…

Nota Política sobre a Jornada de Lutas pela Aprovação da LOA/2025

As seções sindicais do Instituto Federal de Goiás (IFG) e do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) vêm a público manifestar sua posição acerca da Jornada de Lutas pela Aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), marcada para os dias 10 a 12 de março de 2025, com mobilizações, lutas e paralisações. Aprovada pela 200ª Plenária Nacional … Ler mais…

Nota de Orientação acerca da Jornada de Lutas dos Dias 11 e 12 de Março

O Sintef-GO reafirma que a jornada de lutas dos dias 11 e 12 de março será compostas de mobilizações, lutas e paralisações, com vista a pressionar o Governo Federal pelo cumprimento dos acordos assinados ao final da greve do Setor Educação Pública Federal em 2024, bem como demonstrar à sociedade e ao próprio Governo a … Ler mais…

NOTA DE POSICIONAMENTO DO SINTEF-GO ACERCA DOS RETROCESSOS REFERENTES AO CONTROLE ELETRÔNICO DE FREQUÊNCIA E AO RECESSO DOS SERVIDORES TAES

O Sintef-GO vem, por meio dessa Nota, apresentar à comunidade uma análise necessariamente exaustiva acerca da intensificação das formas de controle do trabalho administrativo no IFG, de seus impactos nas vidas dos servidores e, por conseguinte, na qualidade que pode ter o trabalho por eles realizados.

NOTA POLÍTICA

Todo Apoio às(aos) Trabalhadoras(es) da Rede Pública Estadual de Educação de Goiás

O Sintef-GO vem manifestar apoio e solidariedade às trabalhadoras e aos trabalhadores da Rede Pública de Educação de Goiás, em face dos recentes ataques a eles(as) promovidos pelo Governo Ronaldo Caiado e pela Assembleia Legislativa de Goiás (de modo ativo, mas também por omissão).

Inicialmente, repudiamos a aprovação de Projeto de Lei que propõe a retirada de direitos dos Planos de Carreira e Rendimentos, dentre os quais pode-se destacar: a interdição da Gratificação de Dedicação Plena e Integral às(aos) professoras(es) que se afastarem por qualquer motivo por mais de três dias por mês; a vedação de escolha do município/local de lotação da(o) professora(or) nomeado; a restrição de recebimento da Gratificação de Estímulo a Efetiva Regência de Classe (GEERC) e da restrição da Gratificação de Coordenação Pedagógica (GRATCP) em caso de licença para acompanhamento de tratamento de saúde de membro da família superior a três dias no mês.

Também nos unimos aos demais sindicatos, professores(as), estudantes e sociedade civil em geral que têm repudiado a mais recente agressão verbal realizada pela Secretária de Educação do Estado de Goiás, Fátima Gavioli, às(aos) professoras(es) e à educação pública. Segundo ela quem entender que os salários (sem aumento) dos professores(as) os(as) leva a passar ‘fome’, “tem que achar um trabalho que ganha mais, porque na educação você já entrou sabendo quanto seria seu salário”. Questionada por professoras(es) acerca das condições precárias dos contratos temporários, que não teriam direitos básicos garantidos, a senhora Gavioli afirmou que o(a) professor que é contrato e “quer ter emprego que te libera para ir ao médico, você precisa sair!”. Saliente-se que o Governo Ronaldo Caiado ostenta a condição de acumular 50% de professoras(es) sob contrato (precário) de trabalho.

Deve-se destacar que os referidos ataques às(aos) trabalhadoras(es) da educação se constituem em questão grave de diversas dimensões. São, por um lado, formas de aprofundamento da precarização, do desmonte da escola pública e que pavimentam caminhos para sua privatização, como tem se dado em larga escala nos demais estados da federação. Por outro lado, são ações que impactam diretamente no crescente desvalor, desrespeito e desinteresse pela carreira docente e técnico-administrativa, provocando cada vez menos procura aos cursos de licenciatura e formação inicial e continuada desses trabalhadores.

Por essa razão, o Sintef-GO também insta que as Direções e Conselhos Superiores das Instituições de Ensino Superior Públicas – IES (UEG, UFG, IFG e IF Goiano), amparadas na autonomia e independência institucional asseguradas pela condição de autarquias, se posicionem em favor dessas(es) trabalhadoras(es). Isso porque essas IES, bem como as demais que têm como uma das suas funções sociais a oferta de cursos de licenciatura, a formação inicial e continuada de trabalhadores da educação e a realização de projetos de pesquisa e de extensão vinculados à Educação Básica são corresponsáveis pela educação pública estadual e municipais em Goiás.

Nunca aceitaremos práticas autoritárias e desumanizadoras na gestão da Educação Pública!

 

Sintef-GO,

Na Luta!

 

04 de novembro de 2024.

 

 

 

 

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